Bill Gates já havia apontado, lá em 2017, três áreas que definiriam o futuro do trabalho: energias renováveis, biociências e inteligência artificial. O tempo passou, o mundo mudou — e essas previsões se confirmaram.
Hoje, essas três frentes são apontadas como cruciais não só para quem busca uma carreira promissora, mas também para quem quer ajudar a enfrentar os grandes desafios do planeta.
Segundo Rafael Alberto Méndez, decano da Escola de Engenharia da Universidade de Rosário, na Colômbia, universidades estão reformulando seus cursos para formar profissionais com foco nessas áreas.
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E não é à toa: as mudanças climáticas, as crises de saúde pública e o avanço da automação exigem respostas urgentes — e gente qualificada.
Na área de energias limpas, a aposta está em cursos voltados para redes inteligentes, armazenamento de energia e sistemas de geração sustentável em comunidades remotas. Países como a Colômbia, por exemplo, têm forte potencial solar e eólico, e as instituições de ensino estão de olho nisso para criar soluções locais com impacto global.
No campo das biociências, o foco está em desenvolver novos medicamentos, alimentos mais nutritivos e soluções para a saúde em regiões isoladas.
Durante a pandemia, áreas como genômica e diagnóstico molecular ganharam destaque, e o interesse só aumentou desde então. Universidades têm investido pesado em laboratórios de biotecnologia e pesquisas com plantas nativas.
Já na inteligência artificial, as possibilidades são ainda mais amplas. A IA já atua em diagnósticos médicos, no agronegócio, na educação e até no combate ao desmatamento.
Os cursos nessa área vão desde ciência de dados e automação até ética em algoritmos — um tema essencial para garantir que as novas tecnologias sejam inclusivas e seguras.
Além do conteúdo técnico, instituições estão apostando em currículos interdisciplinares, desafios práticos, hackathons e projetos reais com impacto social.
Mas, para que tudo isso funcione, o especialista reforça a importância de políticas públicas, acesso à educação e investimento em infraestrutura — especialmente para jovens das periferias e zonas rurais.
Se a ideia é apostar em um futuro promissor, essas três áreas indicadas por Bill Gates continuam no centro das transformações — e, mais do que nunca, precisam de profissionais preparados para agir!!
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